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sábado, 26 de fevereiro de 2011
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domingo, 20 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
O amor acontece, é gratuito, é espontâneo. Não cabe chantagens, não cabe escândalos.O amor é calmo, tranquilo, seguro. Ninguém mata por amor. Ninguém morre por amor. Mata-se ou se morre pela falta, pela ausência, seja de amor a outra pessoa seja, e o que é mais provável, pela falta de amor próprio.
Banalizaram o verbo amar. Espanta-me a facilidade com que se diz "eu te amo", simples como escovar os dentes. Ama-se hoje um ou uma, amanhã outro (a), sem ética, sem cuidados. Não ouso colocar aqui dúvida. É fato.Não é amor. Diante desta leviandade imagino um "amor" que pode ser comprado no supermercado, por exemplo, assim como são comprados produtos de limpeza, de higiene, cestas básicas etc. "Não compre gato por lebre". O verdadeiro amor acontece, é gratuito, é espontâneo e , até que me provem o contrário, acontece uma só vez na vida. O que se vê muito por aí é o genérico, imitação barata de algo genuíno.
Nem tudo aqui são vivências próprias, é o que observo, é o que leio. Se incomoda? Certamente, falta-te a capacidade e a sensibilidade de entender sentimentos nobres aos quais aqui me refiro. Não se escreve o que não se sente e muito menos se compreende aquilo que não temos conhecimento. Para falar de amor, por exemplo, há que se ter vivido, há que se ter experimentado ser amada.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Surrealidade
Sou da noite. Sou do sereno. Admiro o silêncio das ruas mortas. Aprecio a ideia de que o mundo, ou parte dele, dorme. O fascínio está na calmaria, nos sons, nas horas que passam vagarosas.A noite nos revela a chave de um novo despertar, de um novo olhar sobre o que já se foi.
Não te desperto porque o universo te vê ressonar. Não me acorde agora porque o longe é perto, se dissipou. Não te acordo agora, sou incapaz de enfrentar a fúria dos anjos. Não me desperte, não te desperto, seguimos. Assim. Sem fim. Sem nexo.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Sandra Lopes - Janeiro/2011
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010


Sandra Lopes - 23/12/10
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Sorreteiramente entrastes em minha vida. De uma maneira torta? Amizade, cumplicidade, alegria, sonhos, ilusões, desilusões, esperança, promessa. Chegastes nem tão depressa que assusta nem tão devagar que desanima. Frases soltas. Medo? Insegurança? Não. Excesso de autoconfiança, talvez.
Ei moço, não se alarme com meu jeito. Leia-me nas entre linhas. As atitudes não correspondem inteiramente aos fatos. Nem tudo é como parece ser. Sou fera ferida. Cicatrizes. Desculpas? Não. Autoproteção. De quê? Da dor, do medo, do desamor, da incompetência, da incompreensão.
Ei moço, não me julgues incapaz, não me julgues acomodada. Não me julgues.
Ei moço, não me prenda. Me surpreenda. Sou indomável, mas doce. Sou casca dura, mas coração mole. Uma contradição.
Ei moço, me entenda muito mais no silêncio do que na agitação. Decifra-me pelo olhar, retrato da minh'alma. Um enigma? Depende de tua sutileza. Complicada? Hei de ser. Uma prova à resistência. Valerá a pena? Quem é que sabe? Corremos o risco!
"Atitudes valem mais que palavras."
Sandra Lopes - 21/12/2010





